Histórico

A gestação do projeto de Memorial Câmara teve início em 2015 com a criação de um grupo de trabalho formado por servidores efetivos da Casa. A iniciativa partiu da própria presidência, encabeçada por Gilzete Moreira, com o respaldo da Mesa Diretora e bancadas de Situação e Oposição.

Inicialmente, buscou-se avaliar e sugerir propostas de ocupação para o espaço do antigo plenário da Câmara, que funcionava no prédio histórico da instituição, um casarão de 1912 que pertenceu ao coronel e pecuarista Maneca Santos. Em 1960, o município adquiriu o edifício dos herdeiros do coronel e o restaurou para servir de sede à Câmara de Vereadores. Em 2002, a Câmara foi ampliada com a construção de um novo prédio, vizinho ao casarão, que passou a abrigar os setores administrativos e os gabinetes dos parlamentares. No antigo prédio ainda funciona a presidência. Após uma reforma, concluída em 2014, na gestão do presidente Fernando Jacaré, o antigo plenário passou a abrigar o que viria a ser o Memorial Câmara.

Com base nos estudos do grupo de trabalho, a Mesa Diretora abraçou a ideia do Memorial e no início de 2016 deu prosseguimento à sua instalação. O mesmo grupo de servidores ganhou novos membros e passou a tocar o projeto por meio de pesquisa histórica, parceria com o Arquivo Público Municipal, visitas a museus e outros memoriais, em Conquista e em Salvador, e ao Arquivo Público do Estado da Bahia para identificação e coleta de documentos, realização de entrevistas, construção de um sítio de internet e elaboração da base legal que cria o Memorial.

O Memorial Câmara iniciou suas atividades no dia 16 de dezembro de 2016 com a abertura da exposição “Cenas conquistenses – Câmara Municipal”.